Amados Irmãos, Paz vos seja acrescentada, em Cristo Jesus!
(Povo Indígenas)
(Igreja Indígena)
Os trabalhos começaram em 1912 e hoje milhares de indígenas foram evangelizados e passaram a trabalhar para o Reino de Deus
Indígenas vão comemorar cem anos de evangelizaA Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, vai sediar o 7º Congresso Nacional
do CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) que
vai reunir cerca de 5 mil pessoas, em sua maioria indígenas, entre os dias 18 e
22 de julho.
Além da programação que inclui palestras, testemunhos, devocionais, música e
esportes os presentes vão comemorar o centenário do trabalho missionário no
Brasil voltado para a evangelização dos indígenas.
Foi em 1912 que a ação missionária evangélica começou a registrar os
primeiros frutos desse trabalho de levar a Palavra de Deus para o povo Terena.
Esse trabalho foi o início do que o antropólogo e missionário brasileiro Isaac
Costa de Souza chamou de “primeira onda missionária”, o movimento das missões
estrangeiras.
Já em 1925 aconteceu a “segunda onda” onde missionários brasileiros e
agências de evangelização trabalharam para alcançar povos indígenas e na década
de 80 surgiu a “terceira onda” também chamada de “onda indígena” que dá
continuidade a esses trabalhos.
O pastor e secretário executivo da Missão Indígena UNIEDAS explica o que
caracteriza essa onda de evangelização. “O que bem caracteriza essa terceira
onda é a aproximação entre líderes evangélicos indígenas. As igrejas indígenas
têm contribuído para a evangelização entre os próprios parentes, graças ao
esforço das ondas anteriores”.
O avanço dos trabalhos missionários voltado para os indígenas é citado no
prefácio do livro “CONPLEI — Movimento da 3ª Onda Missionária”, de autoria de
Henrique Terena e Joshua H. Chang. “Nos últimos dez anos testemunhamos um
crescimento inédito em termos de evangelização dos povos indígenas no Brasil.
Este avanço foi alavancado por vários movimentos missionários entre as agências
que trabalham em muitos campos indígenas, sejam elas de acesso fácil ou não”.
(por Leiliane Roberta Lopes)